O motor era brilhante. Mas entre o motor e a tese completa, seis coisas ainda eram promessa — e nomear promessas é o primeiro passo para cumpri-las:
- A auto-evolução era um desenho, não uma máquina. A ideia de um sistema que aprende novas operações sozinho existia no papel; faltava algo que a executasse com disciplina.
- O verificador podia se auto-aprovar. Quem assinava e quem conferia moravam no mesmo processo. Um selo que se emite sozinho não é um selo.
- Regras tautológicas passavam. Uma regra podia "se provar" usando a si mesma como juiz — parecia ciência, era circularidade.
- Não havia dados reais. Sem exemplos de edições de trabalho verdadeiras, qualquer aprendizado giraria em falso.
- Não havia critério de promoção. Faltava a régua que separa "funcionou no meu exemplo" de "pode rodar na produção dos outros".
- A emergência semântica não estava provada — e continua não provada. Registro com a mesma honestidade que registro o resto.