Tudo que eu poderia te mostrar em gráfico seria afirmação minha. Isto aqui é diferente: uma chave de acesso ao Ratum — o runtime que serve as políticas certificadas da fábrica — para tu conectares no teu agente e medires com o teu próprio modelo, no teu próprio código. A chave te passei em conversa privada; ela é pessoal, tem limites de uso justo e posso revogá-la a qualquer momento.
P.1 — Conectar no Claude Code
Um comando:
claude mcp add --transport http ratum https://ratum.mikroweb.com.br/api/ratum-mcp \ --header "Authorization: Bearer"SUA_CHAVEotto_ak_9484f84b3e6be945d0cdbe8215636d7edab7b227
Qualquer outro cliente MCP por HTTP funciona igual — endpoint https://ratum.mikroweb.com.br/api/ratum-mcp com o cabeçalho Authorization: Bearer SUA_CHAVE. Ao conectar, o teu agente enxerga 14 ferramentas.
P.2 — Três medições, em três minutos
- 1. Pergunta o estado. Pede ao teu agente: "chama ratum_status". Ele devolve prontidão, políticas admitidas e métricas agregadas — sem tocar em nada teu.
- 2. Pede um recibo de demonstração. "chama ratum_verify_demo". Roda uma edição verificada isolada (nenhum arquivo teu é tocado) e devolve um recibo real, assinado, na hora.
- 3. O teste de fogo — no TEU código. Abre um arquivo Python teu com uma função chamada em vários lugares e pede: "renomeia a função X para Y usando ratum_verified_edit". Se a operação estiver coberta, volta applied_verified com o arquivo inteiro corrigido — definição e todos os pontos de chamada — e os sósias (nomes parecidos que uma busca por texto pegaria por engano) intocados.
Antes de editar, se quiseres só espiar: ratum_impact é somente-leitura, não gasta cota e responde se a operação sairia com selo (COVERED) ou não — e exatamente o que mudaria.
P.3 — O experimento de paridade, em miniatura
Repete em casa o desenho da Tabela 1: pede ao teu modelo o mesmo rename duas vezes — uma editando livre, outra via ratum_verified_edit. Depois compara: a versão livre esqueceu algum ponto de chamada? Tocou num sósia? A versão com selo vem com a lista mecânica do que mudou e do que foi deliberadamente preservado. É o 18/18 contra 0/18, sentido na mão.
P.4 — Como ler o recibo
Um recibo real, emitido por esta instalação (encurtado):
{
"status": "applied_verified",
"receipt": {
"kind": "ratum_receipt_v1",
"operationId": "abcee06e-b796-4e89-a561-bf7f32d9b0bf",
"policy": "rename-any-target",
"policyStatus": "promoted",
"inputSha256": "c2456312638f78ea…",
"outputSha256": "0722e0b132bd72ab…",
"changedFiles": 1,
"structuralChecks": ["definition", "callsites", "decoys"],
"promotion": {
"policyHash": "66937ca66b9ed539…",
"runtimeBundleHash": "bbc87fcd7ac1b1f1…",
"decision": "promoted",
"gateVersion": "G20…"
}
}
}
- inputSha256 / outputSha256 — impressão digital do arquivo antes e depois; dá para conferir byte a byte.
- policy + policyHash — qual política certificada aplicou a edição, e a identidade exata dela.
- structuralChecks — o que foi conferido mecanicamente: a definição, cada ponto de chamada, e os sósias que ficaram intocados.
- promotion / gateVersion — a proveniência: por qual versão dos portões essa política passou para chegar à produção.
Qualquer outra resposta que não applied_verified significa: nada foi alterado. O sistema recusa em vez de arriscar — essa é a diferença inteira.