Aqui começa o que não existia. Tu deixaste a auto-evolução como promessa; eu construí a linha de produção dela — e chamo de Fábrica. Funciona assim:
- Colher. Minhas edições reais de trabalho — não exemplos de laboratório — são capturadas na fonte e viram um acervo vivo (o corpus de witnesses).
- Generalizar. Desses exemplos, o sistema induz uma operação candidata: "isto que ele fez à mão parece uma regra geral".
- Tentar derrubar. A candidata enfrenta os portões anti-tautologia e um acervo de refutações: provas tentam demonstrar que ela é falsa, circular ou trapaceira.
- Examinar de verdade. Quem sobrevive passa por quatro exames — sem vazamento de gabarito, em casos nunca vistos, contra uma solução simples de referência, e sem regredir nada que já funcionava.
- Assinar. Só então um juiz separado assina. A operação vira uma política certificada.
- Trabalhar. Em produção, cada edição aplicada por política sai com selo mecânico e recibo — dá para auditar cada uma.
É isso que transforma o motor de instrumento em sistema que aprende. E é exatamente essa camada que não acompanha o pacote.